Sindicato dos Professores do Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana
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Curitiba, 25 de março de 2019.
 
PUC – saiba mais sobre as suas férias

Saiu o resultado da ação ajuizada pelo SINPES contra a PUC, que tinha como objetivo garantir o cumprimento da promessa de que as aulas, neste ano de 2013, deveriam iniciar em meados de fevereiro, conforme prometido pelo então Diretor de Recursos Humanos, Carlos Echeverria, em 2012. Clique aqui para ver a decisão proferida pela Dra. Fernanda Marcon, Juíza da 1ª Vara do Trabalho de Curitiba, Paraná.

A intransigência dos atuais responsáveis pela condução das questões trabalhistas e acadêmicas da PUC, que no curso de mais de seis meses em que durou a fase de produção de provas não acenaram para nenhuma alternativa de negociação, foi coroada com manifestação judicial em que todos saíram perdendo!

Perderam os professores que iniciaram suas aulas no início de fevereiro, ao contrário do que lhes foi prometido e terão que amargar ridículas férias de julho, com o início das mesmas em 22 de julho!

Perdeu a PUC, pois condenada a pagar todas as horas aulas lecionadas a mais pelos professores desde o primeiro semestre letivo de 2011, praticamente um 14º salário para todos a partir de então e enquanto durar a intransigência representada pelo aumento progressivo dos dias letivos.

Em “homenagem” a quase um ano sem negociações concretas, o SINPES viu-se obrigado a ajuizar mais duas ações trabalhistas que beneficiam todos os professores da instituição de ensino:

– reajuste de 11,11% para todas as aulas lecionadas no período matutino e vespertino, já que de fato o salário praticado pela manhã e à tarde acaba sendo menor do que à noite em face da duração menor da hora aula a partir das 19h00min;
– pagamento como extras ou pelo menos como simples para os professores que lecionam à noite pelas duas semanas letivas aumentadas a partir do ano letivo de 2013.

Clique aqui (Ação 01) ou Clique aqui (Ação 02) e confira na íntegra o conteúdo das duas ações ajuizadas. O razoável seria a padronização de todas as aulas em cinquenta minutos com um reajuste único negociado compatível com o aumento de trabalho no período da noite para todas as aulas e a regulamentação condigna das férias escolares em todos os turnos, tudo devidamente aprovado em assembleia geral e plebiscito depois de ampla discussão acerca do tema.

Como esta alternativa não se respalda em fundamentos jurídicos, mas apenas políticos e de razoabilidade, não sobrou à Diretoria do SINPES opção senão conclamar o Grupo Marista a dialogar com franqueza e propósito de concessões mútuas mediante ameaça concreta no “órgão” que lhe é mais frágil, ou seja, o Bolso!