Sindicato dos Professores do Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana
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Curitiba, 26 de março de 2019.
 
Professores da Faculdade Spei não Recebem Salários em Dia e Cenário Preocupa Docentes

Os professores da Sociedade Paranaense de Ensino e Informática – SPEI – têm esperado mais de 15 dias após a data de pagamento para receber seus salários o que vem causando grande preocupação. Além disso, a faculdade não vem recolhendo o FGTS de seus docentes.

O cenário é preocupante. A gestão anterior da Universidade já não efetuava o pagamento dos salários em dia, situação essa que perdura por mais de um ano. O Sinpes recebeu informações de que acerca de 3 semanas a Instituição foi comprada e o novo grupo também não efetuou o pagamento dos salários até a presente data.

O investidor que teria adquirido a SPEI seria o mesmo que adquiriu a FACEL e já causou muitos problemas trabalhistas para os professores daquela Instituição de Ensino superior.

Os professores vão em busca de explicações referentes aos atrasos salariais, porém, a gestão se omite. O Sindicato defende que a Instituição de Ensino deve estar sempre pautada pelo princípio da boa-fé e pelo respeito à educação, o que não acontece há algum tempo na SPEI.

Diante deste quadro encontra-se esgotada a paciência dos professores. Os alunos também estão sendo profundamente prejudicados pela situação dado o conturbado ambiente organizacional decorrente do não cumprimento das leis trabalhistas. Em meio a todo esse caos e com a semana de provas se aproximando, os docentes receiam aplicar as provas, lançar as notas e simplesmente não receberem de vez pelos seus trabalhos.

Dessa forma, o Sinpes (Sindicato dos Professores de Ensino Superior de Curitiba) convoca os professores da SPEI para Assembleia Geral a ser realizada no dia 18 de junho de 2016, às 11h00min, no Hotel Roochele, situado à Rua Tibagi, nº 307, para a adoção de providências a respeito do atraso salarial sofrido pelos docentes, que podem ir desde a retenção de notas bimestrais e não realização de provas finais até a deflagração de greve por tempo indeterminado.

Com direito à voz, mas não a voto, são bem-vindos também os empregados não docentes desde que não sejam espiões do empregador e os alunos da instituição, sempre solidários com os seus professores quando os mesmos são desrespeitados como ocorre neste momento.

            TODOS À ASSEMBLEIA DO DIA 18 DE JUNHO!